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«Turquia» - Fly me to the moon

>> sexta-feira, junho 23, 2006



Nina Simone - Fly me to the moon


Deixo a Turquia.
Vou colocar o meu foguetão nas costas e partirei até á lua.
Farei um breve descanso sentado lá na beirinha.
Prá semana aterrarei noutro local.
Espero que me venham cá fazer uma visitinha.

E já agora e a propósito de lua, uma frase inspiradora do hino “Porque não pedir o mundo?” feita para a selecção mas aplicável a todos nós:

“É esta a vantagem da ambição, podes não chegar à lua, mas tiraste os pés do chão.”

Bom fim de semana.

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«Turquia» - Fix You

>> quinta-feira, junho 22, 2006



Coldplay - Fix You


"
Quando tentas o teu melhor, mas não tens sucesso
Quando obtens o que queres, mas não o que precisas
Quando te sentes tão cansado, mas não consegues dormir

Quando as lágrimas te caem pela face
Quando perdes algo que não podes substituir
Quando amas alguém, mas o desperdiças
Poderá ser ainda pior?

As luzes guiar-te-ão a casa
E inflamarão os teus ossos
E eu tentarei consertar-te

Lágrimas caiem-te na face
Quando perdes algo que não podes substituir
Lágrimas caiem-te na face
E eu...

Lágrimas caiem-te na face
E eu prometo que aprenderei com os meus erros
Lágrimas caiem-te na face
E eu...

Tentarei consertar-te!!"

tradução mais ou menos livre da letra dos Coldplay, com as minhas desculpas aos autores!!

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«Turquia» - Lição sobre a água

>> quarta-feira, junho 21, 2006



Astrud Gilberto - Água de Beber


"
Este líquido é água.
Quando pura
é inodora, insípida e incolor.
Reduzida a vapor,
sob tensão e a alta temperatura,
move os êmbolos das máquinas que, por isso,
se denominam máquinas de vapor.

É um bom dissolvente.
Embora com excepções mas de um modo geral,
dissolve tudo bem, ácidos, bases e sais.
Congela a zero graus centesimais
e ferve a 100, quando à pressão normal.

Foi neste líquido que numa noite cálida de Verão,
sob um luar gomoso e branco de camélia,
apareceu a boiar o cadáver de Ofélia
com um nenúfar na mão."

de António Gedeão, Poesias completas

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«Turquia» - Engraxador

>> terça-feira, junho 20, 2006



Bob Marley - No Woman No Cry


Era uma vez um par de sapatos. Um dia, um deles lembrou-se de ir ao engraxador...e foi.
O outro nem por isso... não lhe apeteceu. Fazia-lhe impressão as escovas e os panos e o pior de tudo aquela cena da graxa. Enojava-o. Não....o pior de tudo era mesmo ter de acompanhar o seu par e apanhar com as habituais teimosas tentativas de o engraxar. Não estava mesmo para lá virado.
Mas lá foi para fazer a vontade ao sapato direito, com quem vivia desde que nascera.

O sapato direito que queria ser engraxado lá se pousou com ansiedade no pedestal metálico feito mais ou menos á sua medida entre as pernas daquele homem, engraxador de profissão. Poeta popular por vocação.

O sapato esquerdo aborrecido, tentava disfarçar a sua má-disposição e passar despercebido do engraxador de profissão, mas poeta de vocação.

O poeta engraxador abriu a sua caixinha de pomadas e cremes e escovas e panos de passar o lustre, o que fez abrir um sorriso largo no sapato direito e um ar de agonia no sapato esquerdo.

O poeta engraxador sorriu para ele, o que o assustou, pois viu ali um sorriso sinistro e antecipatório. Já tinha visto aquele sorriso anteriormente. Começou a bater o pé nervosamente.

O outro, o direito, pelo contrário sentia-se cada vez mais confortável, a passagem da escova aquecia-o ligeiramente e fazia pequenas cócegas no pé que o calçava que se aconchegava a ele. “Hmmm....porreira esta sensação. O esquerdo não sabe o que perde..”

Eram pretos os sapatos, ou seja, o direito era preto, o esquerdo era de um cinzento empoeirado, ou melhor de um preto sujo.

O engraxador amante de poesia nas horas vagas, mandou uma ao sapato direito enquanto lhe esfregava a graxa pelo peito (“Hmmm...ai o espalhar deste creme pelo meu corpo...Hmmm” gemia de prazer o sapato direito)

“Nas ruas ou nas estradas
onde passa tanta gente,
uns vêem pedras pisadas,
mas outros gnomos e fadas
num halo resplandescente.”

O esquerdo pensava “piroso!!!”, enquanto rasgava o chão nervosamente.

O engraxador lá seguia:

“Inútil seguir vizinhos,
que ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.”

E sacou do pano mágico de passar o lustre. “oh! ... libidinoso climax. Como eu gosto deste pano mágico”, pensava com os seus atacadores o sapato direito, enquanto o engraxador, poeta e amante de poetas continuava sua labuta:

“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.”

O esquerdo escondia-se, atrás da perna direita, tentando fugir ao terrível a amaldiçoado destino que certamente o esperava.
O sapato direito lustrado e ainda em extâse desceu a custo para o chão, pois ainda tremia de emoção, obrigando o sapato esquerdo a mostrar-se. Pediram-lhe que subisse.

“NÃO. Desta vez NÃO. NÃO subirei. Não serei engraxado. Não serei sujeito a tal humilhação em público”.... e fujiu.... sózinho.

O direito ainda chamou por ele... o esquerdo já ia longe...cada vez mais empoeirado e cinzento... livre... Já não ouvia nada nem ninguém.

Separaram-se, pela primeira vez desde a nascença e desta vez para sempre. O sapato direito lá ficou, bonito e lustroso, sorridente e vaidoso...sem o chato do esquerdo.

.......

Dizem que passados uns anos se reencontraram por acaso, numa lixeira municipal. O direito ainda limpo e preto, mas sem alma, abandonado precocemente pelo seu pé por se ter transformado num inútil sem o esquerdo. O esquerdo pelo contrário, cada vez mais sujo e com algums buracos na sola, tinha entrançado os seus atacadores e era um Rastafari. Curtia reggae.
Era feliz, tinha encontrado o amor da sua vida: uma chinela amarela que lhe fez par durante esses anos nos pés de um cidadão sem casa pelas ruas de Lisboa.....

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«Turquia» - na fonte

>> domingo, junho 18, 2006



Amália - Lágrima


"Na fonte está Leanor "

"
Na fonte está Leanor
lavando a talha e chorando,
às amigas perguntando:
vistes lá o meu amor?

Posto o pensamento nele,
porque a tudo o Amor a obriga,
cantava, mas a cantiga
eram suspiros por ele.

Nisto estava Leanor
o seu desejo enganando,
às amigas perguntando:
vistes lá o meu amor?

......
"

de Luis de Camões

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«Turquia» - 4 mulheres

>> sexta-feira, junho 16, 2006



Nina Simone - Four Women


"Quase metade dos judeus europeus descendem de apenas quatro mulheres"

Um estudo revelou que quase metade dos judeus da Europa descendem de apenas quatro mulheres. Acredita-se que as quatro mulheres viveram no Oriente Médio há cerca de mil anos.
As características genéticas passadas por elas a seus descendentes não são encontradas em não-judeus e são muito raras em judeus que não são de origem asquenazita. Cientistas do Instituto de Tecnologia de Israel, o Technion, estudaram o DNA mitocondrial - passado de mãe para filha - de onze mil mulheres judias de origem asquenazitas vivendo em 67 países.

Antes do início da Segunda Guerra, em 1939, havia na Europa cerca de 9 milhões de judeus asquenazitas. Cerca de 6 milhões deles foram exterminados pelos nazis.

Os pesquisadores afirmam que, atualmente, há cerca de 8 milhões de judeus de origem asquenazita em todo o mundo.

Destes, 3,5 milhões (ou 40% do total) são descendentes das quatro mães judias identificadas.

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«Turquia» - Garota

>> quinta-feira, junho 15, 2006



Stan Getz & João Gilberto - Garota de Ipanema

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«Turquia» - Barca Bela

>> quarta-feira, junho 14, 2006



Paco de Lucia & Al di Meola - Mediterranean Sundance


"
Barca Bela

Pescador da barca bela,
Onde vais pescar com ela.
Que é tão bela,
Oh pescador?

Não vês que a última estrela
No céu nublado se vela?
Colhe a vela,
Oh pescador!

Deita o lanço com cautela,
Que a sereia canta bela...
Mas cautela,
Oh pescador!

Não se enrede a rede nela,
Que perdido é remo e vela
Só de vê-la,
Oh pescador.

Pescador da barca bela,
Inda é tempo, foge dela
Foge dela
Oh pescador!
"

de Almeida Garrett in Folhas Caídas

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«Turquia» - Prece

>> segunda-feira, junho 12, 2006



Mário & Lundum - Prece


"
PRECE

Talvez que eu morra na praia
cercado em pérfido banho
por toda a espuma da praia
como um pastor que desmaia
no meio do seu rebanho.

Talvez que eu morra de um tiro
Castigo de algum desejo
E que á mercê desse tiro
O meu ultimo suspiro
Seja o meu primeiro beijo

Talvez que eu morra entre grades
no meio de uma prisão
e que o mundo além das grades
venha esquecer as saudades
que roiem meu coração.

Talvez que eu morra na rua
e dê por mim de repente
em noite fria e sem lua
por entre as pedras da rua
pisadas por toda a gente.

Talvez que eu morra no leito
onde a morte é natural
as mãos em cruz sobre o peito
das mãos de Deus tudo aceito
mas que eu morra em Portugal"

letra de Pedro Homem de Mello

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«Turquia» - uma nova luz

>> sábado, junho 10, 2006



Tom Waits & Crystal Gayle - This one from the heart


Com fúria libertei-me dos grilhões que me aprisionavam os pensamentos. Iluminado por essa nova luz que me chegava em grandes pedaços através das estranhas grandes janelas até então fechadas, senti-me confiante em deixá-los seguir por caminhos nunca antes tentados.

Deixei-me levar. Queria ver até onde me levariam!
Nessa viagem mental a luz era a minha guia, seguindo vagarosa e calmamente á minha frente de passo em passo, de palavra em palavra, de gesto em gesto, indiferente á tempestade de sentimentos desconhecidos que me invadiam e transformavam.

Eram diferentes esses novos pensamentos, opostos áqueles que até aí tinha tido, das imagens desfocadas, das avaliações precipitadas e dos juízos de valor que me tinham tentado incutir.

Quando finalmente percebi o que tinha perdido até então pela prisão a que os tinha sujeitado, tentei parar, agarrá-los, mas os pensamentos saíam em catadupa, não me conseguindo prender a nenhum deles enquanto os perdia sucessivamente no diluvio de palavras pensadas e sentimentos perdidos. Contudo eram coerentes, visionários, sem preconceitos, quentes e estranhamente aconchegantes.

Exausto, finalmente descansei.A minha realidade, a mesma de sempre, tinha-se transformado na antítese da anterior. Contudo era a mesma. “Porra!!”, pensei, “afinal.....”

Dei uma oportunidade a essa nova realidade. Vivi-a com expectativa.

Valeu a pena. A liberdade vale a pena....também nos pensamentos. Não mais serei aprisionado por mentes alheias.

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«Turquia» - Tears in Heaven

>> sexta-feira, junho 09, 2006



Eric Clapton - Tears in Heaven


"
Mar

Mar, metade da minha alma é feita de maresia
Pois é pela mesma inquietação e nostalgia,
Que há no vasto clamor da maré cheia,
Que nunca nenhum bem me satisfez.
E é porque as tuas ondas desfeitas pela areia
Mais fortes se levantam outra vez,
Que após cada queda caminho para a vida,
Por uma nova ilusão entontecida.

E se vou dizendo aos astros o meu mal
É porque também tu revoltado e teatral
Fazes soar a tua dor pelas alturas.
E se antes de tudo odeio e fujo
O que é impuro, profano e sujo,
É só porque as tuas ondas são puras."

Sophia de Mello Breyner Andresen

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«Turquia» - minha casinha

>> quarta-feira, junho 07, 2006



Xutos e Pontapés - Minha casinha


Cappadocia

A Cappadocia é um delirio dos homens.!! Dos povoados trogloditas que visitei (Tunisia, Sul de Espanha), este é o que mais impressiona.

Numa vasta região da Turquia "ergueram-se", ou melhor, escavaram-se nas rochas povoações trogloditas com centenas e nalguns casos talvez milhares de casas.
Algumas delas a algumas dezenas de metros de altura, sendo necessário passar por labirinticos caminhos de passagens estreitas e escadas de madeira para as alcançar. Estas casas quentes no inverno e frias no Verão acolheram durante milhares de anos gerações e gerações as comunidades rurais desta região.

A paisagem é surreal, com rochas de formatos estranhos como que criadas por um Criador "pedrado" (gostaram do trocadilho ?)

A maior parte das cidades têm casas "com vista", mas o delirio destas gentes e o medo dos inimigos levou-os a "construir" povoações enormes completamente subterrâneas, possuindo desde estábulos para animais, tuneis para o escape de fumos e para ventilação. Tudo debaixo de terra!!! Urghhhhh

O Cristianimo também passou por aqui quando dava os seus primeiros passos. É impressionante o numero de pequenas capelas trogloditas cristãs espalhadas por toda a Cappadocia, com frescos ainda muito bem conservados apesar dos seus quase 2000 anos de existência.

Hoje Património da Humanidade, é um local mágico a não perder!!

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«Turquia» - Quero molhar a pele !!!

>> segunda-feira, junho 05, 2006



Talking Heads - Take me to the river

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«Turquia» - Vem por aqui

>> sexta-feira, junho 02, 2006



João Villaret declamando "Cântico Negro" de José Régio

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«Turquia» - Ar Puro

>> quinta-feira, junho 01, 2006



J.S.Bach- Air


Hoje reparei nele.

Apesar das centenas ou mesmo milhares de vezes que por lá passei nas minhas infernais idas e regressos do trabalho, no trânsito medonho da 2ª circular, nunca o tinha visto. Talvez por nunca ter sequer imaginado encontrá-lo ali naquele inóspito local.

Pois hoje inesperadamente vi-o. Ali estava ele, altivo, forte, brilhante e sorridente, enfrentando as adversidades do sítio onde cresce, no meio da poluição dos automóveis e debaixo dos aviões que ali aterram logo ao lado. Parece-me ter uma vida difícil, ali entalado entre os "rails" de protecção que separam as duas faixas de rodagem.

Contudo ali está, de sorriso largo e colorido, iluminando a estrada aos apressados condutores que ali passam sem nele repararem.

Está só, mas isso não lhe retirou a cor, a verticalidade e a beleza.

Foi uma lição de vida que este bonito Girassol hoje me ensinou e como a vida não é mais do que uma experiência de aprendizagem, vou guardar esta.

Sorridente, forte e vertical apesar da poluição que te rodeia!!

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«Turquia» - o burro

>> sábado, maio 27, 2006



Eddy Murphy - I'm A Believer (Shrek)



Donkey: "Don't die, Shrek. And if you see any long tunnels, stay away from the light."

do respectivo filme e a propósito de burros!!

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«Turquia» - ás mulheres!

>> sexta-feira, maio 26, 2006



Maria João - Beatriz


"Olha
Será que ela é moça
Será que ela é triste
Será que é o contrário
Será que é pintura
O rosto da atriz

Se ela dança no sétimo céu
Se ela acredita que é outro país
E se ela só decora o seu papel
E se eu pudesse entrar na sua vida

Olha
Será que ela é louça
Será que é de éter
Será que é loucura
Será que é cenário
A casa da atriz
Se ela mora num arranha-céu
E se as paredes são feitas de giz
E se ela chora num quarto de hotel
E se eu pudesse entrar na sua vida

Sim, me leva pra sempre, Beatriz
Me ensina a não andar com os pés no chão
Para sempre é sempre por um triz
Aí, diz quantos desastres tem na minha mão
Diz se é perigoso a gente ser feliz

Olha
Será que é uma estrela
Será que é mentira
Será que é comédia
Será que é divina
A vida da atriz
Se ela um dia despencar do céu
E se os pagantes exigirem bis
E se o arcanjo passar o chapéu
"

Beatriz de Edu Lobo/Chico Buarque

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«Turquia» - os anos brancos

>> quinta-feira, maio 25, 2006



Tom Waits - Time


"Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Que vem a chiar, manhãzinha cedo, pela estrada,
E que para de onde veio volta depois
Quase à noitinha pela mesma estrada.

Eu não tinha que ter esperanças - tinha só que ter rodas...
A minha velhice não tinha rugas nem cabelo branco...
Quando eu já não servia, tiravam-me as rodas
E eu ficava virado e partido no fundo de um barranco.
"

in Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro

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«Turquia» - mais um dia

>> quarta-feira, maio 24, 2006



Jamie Cullum - What a difference a Day made


Hoje apetecia-me ser criança e brincar contigo...

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«Turquia» - a escada

>> segunda-feira, maio 22, 2006



Coldplay - What a wonderful day (cover de Louis Armstrong)


Enquanto retiravam a escada para a entrada e saída dos passageiros, ouvia-se uma voz “Por favor mantenham o seu cinto de segurança apertado enquanto o sinal luminoso acima do seu lugar se mantiver acesso. Existem 4 saídas de emergência, 2 á frente e 2 á retaguarda. Deverá colocar a sua cadeira na posição vertical e recolher o tabuleiro á sua frente. Desligue o seu telemóvel durante toda a viagem.... “

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SOBRE ESTE BLOG


JÁ FUI as minhas viagens escritas com luz natural em Itália, New York, Tunisia, Cuba, Paris, Turquia, Londres, Cabo Verde, Holanda... AGORA APENAS SOU.

ESTÃO NESTE MOMENTO A OLHAR AS LUZES

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